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A MARCHA DOS PINGUINS
O filme documentário A Marcha dos Pinguins é a mais bela história que a natureza criou... uma jornada pela preservação da espécie num filme emocionante e de imagens arrebatadoras (...)
Na Antártida, em todo mês de março, centenas de pingüins fazem uma jornada de milhares de milhas de distância pelo continente a pé, enfrentando animais ferozes, temperaturas frias, ventos congelantes, através das águas profundas e traiçoeiras. Tudo para encontrar o amor verdadeiro.
O filme Documentário, na versão brasileira, é narrado por Patrícia Pillar e Antonio Fagundes e é sucesso inesperado e extraordinário de crítica e público em todo o mundo. Nos EUA obteve mais de US$ 77 milhões. No Brasil estréia no próximo dia 13 nos cinemas.
SINOPSE
Em um cenário de gelo desértico, surge uma bela história da natureza que se repete há milênios e da qual depende a manutenção da espécie: a marcha de milhares de pingüins imperadores em busca do par perfeito.
Por instinto, enfileirados aos montes, machos e fêmeas deixam seu habitat natural em direção ao deserto gelado da Antártica em uma maratona de bravura e sobrevivência até realizar seu ritual de acasalamento.
O documentário mostra a inversão de papéis entre pingüins machos e fêmeas, onde o casal se separa após um breve tempo suficiente para a fecundação. A fêmea deixa o ovo para ser chocado pelo macho, enquanto retorna para o mar em busca de alimento.
Meses se passam e os pingüins machos têm a árdua tarefa de aquecer e proteger o rebento, à espera do retorno de suas fêmeas. A nova família de pingüins terá que se reunir no prazo máximo de 48 horas para que o novo membro receba comida, caso contrário, não sobreviverá.
O reencontro com as fêmeas dá largada à corrida dos machos em direção às águas do Oceano Antártico, a marcha dos famintos. Caberá agora, às fêmeas, a tarefa de preparar os filhos para a vida adulta, até que possam se arriscar sozinhos no mar. Assim, o ciclo se fecha até chegada do próximo Outono.
O DIRETOR
Cineasta premiado, documentarista, operador de câmera e diretor de fotografia, Luc Jacquet é conhecido por seu trabalho em documentários sobre natureza e vida selvagem. Formado em biologia, Jacquet agrega valor a seus filmes devido a sua formação científica e a seu grande talento para filmes narrativos. A Marcha dos Pingüins é seu primeiro longa-metragem.
Sua carreira de cineasta de Jacquet começou por pura sorte. Ele viu um anúncio à procura de um biólogo corajoso e disposto a passar 14 meses no fim do mundo. Ele se candidatou e foi contratado para trabalhar como cinegrafista em uma expedição na Antártica, em 1992. Foi aí que começou seu interesse por pingüins. Jacquet percebeu que a marcha de reprodução dos pingüins imperadores tinha todos os elementos de um grande drama: amor, vida e morte.
No documentário, Luc Jacquet contou uma história usando animais como “elenco”. Ele mostrou um olhar sentimental e não uma visão científica – seu objetivo não era ser descritivo, mas sim gerar empatia. Segundo o cineasta – que é apaixonado pela paisagem da Antártica –, o filme mostra a batalha entre a vida e a morte, explora os limites de uma criatura. Os pingüins se reproduzem onde nenhum outro animal é capaz de viver. Isso chamou a atenção de Jacquet e o levou a ir além – ao limite – para descobrir como os imperadores alcançam esse feito.
http://www.terrazul.m2014.net/spip.php?article220
A Marcha dos Pingüins
(Marche de l'empereur, La, 2005)
» Direção: Luc Jacquet
» Roteiro: Luc Jacquet, Michel Fessler
» Gênero: Documentário
» Origem: França
» Duração: 85 minutos
» Tipo: Longa
Trailer:
http://br.youtube.com/watch?v=vNDc3-0gkew

fonte: http://www.photografos.com.br/exibirfoto.asp?id=2596
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“O amor revela-se e cresce no momento e na alegria de cada instante.” LEO BUSCAGLIA
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